Prebióticos: definições e benefícios para a saúde da microbiota intestinal

Os prebióticos podem ser definidos como um grupo de nutrientes que são degradados pela microbiota intestinal. Microrganismos benéficos para o funcionamento intestinal são capazes de degradar esses prebióticos, particularmente carboidratos não-digestíveis, e assim obter a energia necessária para sua sobrevivência (Davani-Davari, 2019).


Alguns critérios são levados em conta na determinação dos prebióticos: (I) devem ser resistentes ao pH ácido estomacal; (II) não podem ser absorvidos pelo trato gastrointestinal; (III) podem ser fermentados pela microbiota intestinal e; (IV) a atividade metabólica dos microrganismos intestinais pode ser influenciado seletivamente pelo composto, o que deve gerar um benefício para a saúde do hospedeiro. Diversos compostos já foram testados para

determinação de sua ação/função como prebióticos, dentre elas as mais comuns são: fruto-oligossacarídeos (FOS), galacto-oligossacarídeos (GOS) e trans-galacto-oligossacarídeos (TOS) (Davani-Davari, 2019).

Os prebióticos passam pelo intestino delgado para o intestino grosso e tornam-se acessíveis às bactérias probióticas sem serem utilizados por outras bactérias intestinais. Dentre os benefícios dos prebióticos para a saúde temos: diminuição do risco de câncer, melhora da saúde do coração, melhora do sistema imunológico, redução dos sintomas da menopausa, melhora da saúde gastrointestinal, preservação da saúde do trato urinário, influências anti-inflamatórias, diminuição da pressão arterial , proteção da visão, atividades antibacterianas e antivirais, declínio da osteoporose e influências antiobese (Al-Sheraji, 2013).


Os prebióticos passam pelo intestino delgado para o intestino grosso e tornam-se acessíveis às bactérias probióticas sem serem utilizados por outras bactérias intestinais. Dentre os benefícios dos prebióticos para a saúde temos: diminuição do risco de câncer, melhora da saúde do coração, melhora do sistema imunológico, redução dos sintomas da menopausa, melhora da saúde gastrointestinal, preservação da saúde do trato urinário, influências anti inflamatórias, diminuição da pressão arterial , proteção da visão, atividades antibacterianas e antivirais e declínio da osteoporose. A capacidade de normalizar a composição da microbiota intestinal por substâncias dietéticas prebióticas é um procedimento atraente no controle e na cura de algumas patologias (Davani-Davari et al ., 2019). Critérios para determinação dos prebióticos: Devem ser resistentes ao pH ácido estomacal, Não podem ser absorvidos pelo trato gastrointestinal, podem ser fermentados pela microbiota intestinal e atividade metabólica dos microrganismos intestinais pode ser influenciado seletivamente pelo composto, o que deve gerar um benefício para a saúde do hospedeiro. Diversos compostos já foram testados para determinação de sua ação/função como prebióticos, dentre elas as mais comuns são: fruto-oligossacarídeos (FOS), galacto-oligossacarídeos (GOS) e trans-galacto-oligossacarídeos (TOS).

Os prebióticos exercem notável influência na saúde humana, o que os torna agentes efetivos para a melhora na qualidade de vida contra o câncer, doenças vasculares, obesidade, transtornos mentais e outras doenças. Em outras palavras, a microbiota intestinal, pode ser suplementada adequadamente com prebióticos para se tornar mais forte e saudável, o que, por sua vez, pode impactar a saúde geral do hospedeiro. Considerando a diversidade da microbiota intestinal em várias populações e países, e mesmo em diferentes indivíduos, com base na variedade de regimes alimentares, o desenvolvimento de probióticos eficazes e diversos para a modificação da hemostasia da microbiota parece não ser muito viável. Os prebióticos parecem ser uma opção mais conveniente nesse sentido, especialmente devido a um processo de produção

e formulação muito mais fácil, além da falta de rede de frio no transporte e armazenamento. Os efeitos colaterais insignificantes dos prebióticos também são uma vantagem importante.

Globalmente, espera-se que o mercado prebiótico continue a crescer, ultrapassando US $ 7,5

bilhões até 2023 (Carlson et al ., 2018)


Créditos: Andressa Rosario, Angela Bernardo, Ariane Faria, Evely Bertulino, Julia Ferrarezi,

Maria Isabella Macedo.


Referências

  • Al-Sheraji, S. H., Ismail, A., Manap, M. Y., Mustafa, S., Yusof, R. M., & Hassan, F. A. (2013). Prebiotics as functional foods: A review. Journal of Functional Foods, 5(4), 1542–1553. doi:10.1016/j.jff.2013.08.009

  • Carlson, JL et al ., (2018). Health Effects and Sources of Prebiotic Dietary Fiber. Current developments in nutrition. 2, 005.

  • Davani-Davari, D et al. , (2019). Prebiotics: Definition, Types, Sources, Mechanisms, and Clinical Applications. Foods (Basel, Switzerland), 8(3), 92.

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